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Já
li
alguns
textos,
reportagens e ouvi
muitos
profissionais
e
pessoas
de diversas
áreas
mencionarem o
quanto
parece
injusto
que
nossa
sociedade
exija essa
escolha
tão
cedo,
de
jovens
de
cada
vez
menos
idade.
Daí, tentam
esses
profissionais
dar
conselhos
de
como,
tanto
o
jovem
quanto
a
família,
podem
lidar
o
melhor
possível
com
essa
escolha,
de
forma
a
diminuir
o
estresse
dessa
fase.
Também
concordo
que
essa
exigência
tão
cedo
na
vida
de
alguém
seja
injusta.
Só
não
vejo é
porquê
temos
que
aceitá-la!
Não
digo
que
seja
possível,
da
forma
como
é
atualmente
nosso
sistema
de
ensino,
um
jovem
chegar
ao
vestibular
e
dizer:"
Não
vou
escolher!
É
cedo!
" E
conseguir
continuar
seus
estudos.
Realmente
ele
terá
que
fazer
uma
escolha
para
algumas das
áreas
disponíveis.
O
que
quero
dizer,
é
que
essa
escolha
pode
não
ser
colocada
mentalmente,
como
sendo A
ESCOLHA
DEFINITIVA
DA
SUA
VIDA!
Porque
na
verdade,
não
é necessariamente a
escolha
definitiva!
O
que
vemos na
realidade
cotidiana,
é
que
um
número
imenso
de
pessoas
que
fez
sua
escolha
aos 17
anos,
e seguiu
sua
vida
por
aí,
hoje
não
está
mais
trabalhando naquela
profissão,
ou
se
ainda
trabalha,
está
muito
insatisfeita.
Alguns
profissionais
desistiram
por
não
encontrarem
um
bom
mercado
de
trabalho,
outros
por
terem encontrado
profissões
mais
gratificantes,
e
outros
até
hoje,
infelizmente,
continuam
ainda
com
a mesmíssima
dúvida
que
tinham aos 17
anos.
Apenas
um
número
muito
pequeno
de
pessoas
está
ainda
exercendo a
mesma
profissão
e
FELIZ
com
isso!
Portanto,
isso
prova
que
a
tal
escolha,
está
longe
de
ser
definitiva
necessariamente!
Então
vamos
começar
a
abordar
esse
tema
de
outra
forma:
-
Como
você
deseja
seguir
seus
estudos,
vai
precisar
escolher
alguma das
carreiras
disponíveis....POR
AGORA!
E se
gostar,
se
sentir
que
aquilo
realmente
o gratifica, continue!
Caso
contrário,
não
tenha
medo
de
mudar,
pois
se
não
mudar
segundo
manda
seu
coração
aos 18, 19, 20
anos,
pode
correr
o
risco
de
pensar
com
o
correr
da
idade,
que
não
pode
mais
mudar
sua
vida,
e estará no
rol
das
pessoas
desiludidas e
infelizes.
Quando
meus
pais
tinham 17
anos
e tiveram
que
fazer
essa
escolha,
tinham
apenas
quatro
ou
cinco
carreiras
acadêmicas
disponíveis
naquela
época.
Quando
eu
mesma
fiz essa
primeira
escolha,
o
número
de
carreiras
disponíveis
já
era
muito
maior.
Hoje
então,
não
tenho
idéia
da
quantidade
de
carreiras
disponíveis!
São
centenas
de
ofertas
de
carreira!
Você
pode
pensar
que
é
esse
número
imenso
de
opções
que
confunde
muito
os
jovens
de
hoje!
Mas
se tiver nascido há 40
décadas
ou
até
a 60, vai
lembrar
que
mesmo
com
menos
opções,
a
dúvida
e o
medo
foram
muito
fortes
também!
Portanto,
não
foram as múltiplas
opções
que
confundiram
sua
escolha,
e
sim,
o
fato
de
ter
que
optar!
Nosso
erro
é
colocar
a
seguinte
frase
em
mente:
"Para
toda
a
minha
vida!!!!!
"
Temos, é
claro,
que
ser
responsáveis
a
respeito
de
nossa
escolha,
pois
isso
envolve
anos
de
estudo,
respeito
a
nós
mesmos
e a
nossos
pais
e
professores,
pois
envolve
grande
esforço
financeiro
para
a
família
e
dedicação
dos
professores,
além
do
seu
tempo
e
preocupação.
Portanto,
não
se
trata
absolutamente
de
levar
essa
escolha
na
brincadeira
ou
fazê-la de
qualquer
jeito,
como
nas
provas
de múltiplas
escolhas!
Mas
você
pode
procurar
não
colocar
mais
peso
nisso do
que
realmente
tem!
Vemos
que
a
sociedade
está
em
evolução
e
isso
exige
que
novas
frentes
de
trabalho,
novas
profissões
comecem a
surgir
e a
existir
para
satisfazer
as
necessidades
sociais
e evolutivas do
ser
humano.
Quem
sabe,
você
será uma dessas
pessoas
pioneiras,
que
ao formar-se
em
uma das
áreas
hoje
disponíveis,
sinta
que
está faltando uma
parte
em
sua
profissão,
onde
percebe
que
há a
necessidade
de
criar
uma
nova
vertente
para
atender
a
evolução
social?
Leve
isso
em
consideração!
Ouse! Consulte
seu
eu
interior,
seu
coração,
que
é
quem
realmente
sabe a
resposta
para
sua
dúvida
profissional.
Não
tenha
medo
de
seguir
a
voz
de
seu
coração,
pois
a
voz
da
razão,
sem
levar
em
conta
a do
coração,
às
vezes,
se
mostra
péssima
conselheira!
Seu
sucesso
profissional
depende disso, e
não
de
sua
escolha
apenas
racional!
Seu
sucesso
depende
principalmente
da
escolha
feita
com
o
coração,
pois
seu
sentimento
é
quem
dará
forças
e
ânimo
para
que
siga
adiante,
enfrentando as
dificuldades
que
encontrar.
E
esse
sentimento
é
que
o impulsionará a
fazer
de
sua
missão
de
vida,
um
sucesso!
Seu
sentimento
é
que
fará
seu
sucesso
profissional
acontecer,
pois
ninguém
pode
pretender
ter
sucesso
se sentindo
infeliz
com
o
que
lhe
dá
sustento!
Pense
que
na
verdade,
na
maior
parte
das
horas
de
seu
dia,
estará agindo e vivendo
em
seu
ambiente
profissional!
Imagine
quem
compraria uma
entrada
em
um
circo,
por
exemplo,
se o
apresentador
estivesse
triste
e desanimado ao
fazer
a
chamada
das
atrações?
Quem
contrataria
um
engenheiro
que
detesta
obras
ou
um
advogado
que
detesta
falar
e
escrever
ou
um
médico
que
detesta
pessoas?
Você
não
pode
detestar
seu
trabalho,
senão,
detestará
pelo
menos
metade
de
sua
vida
e acabará deixando de
ter
prazer
na
outra
metade,
só
de
pensar
na
metade
infeliz.
Cada
um
de
nós
é
um
ser
único
e tem
sempre
algo
novo
a
fazer!
Algo
que
ninguém
mais
além
de
nós
poderia,
pois
nós
é
quem
viemos a essa
vida
com
essa
intenção!
Pense o
quanto
o
mundo
pode
perder,
se
você
não
fizer
com
amor
o
que
sua
alma
se propôs a
fazer!
Ouse!
Lembre-se de
quantos
chamaram a Ghandi de
louco
por
tentar
fazer
uma
revolução
sem
armas!
Ou
a Einstein
por
suas
idéias
não
convencionais
na
época!
Se
não
houvesse
esses
"loucos"
inovadores,
que
seguiram
seus
corações
e
suas
intuições,
que
seria de
nossa
evolução?
Esse
assunto
é
amplamente
discutido
nos
livros
de
autoconhecimento
e
Meditação
Ráshuah,
que
você
encontra
na
página
de
Livros e CDs
Por
hora,
vamos
meditar
sobre
isso,
fazendo o relaxamento narrado da
página
Meditação on line.
Durante
o
espaço
musical
sem
narrativas
na
meditação,
procure
tirar
sua
mente
dos
pensamentos
que
tem a
respeito
de
suas
possíveis
escolhas,
e deixe
que
venha a
percepção
de
sua
alma,
de
seu
coração,
de
seus
sentimentos
mais
sublimes!
Quando
sentir
que
está
em
paz,
faça a
pergunta
mental
apenas
uma
vez,
calma
e
lentamente
e aguarde a
resposta
de
seu
coração:
-
Com
o
quê
meu
coração
realmente
deseja
trabalhar?
Caso
não
receba a
resposta
nas primeiras
meditações,
insista,
pois
leva
um
tempo
para
que
sua
mente
racional
se cale e deixe
seu
coração
falar.
Afinal,
você
só
andou conversando
com
seu
racional,
não
é
mesmo?
Insista,
pois
verá
que
valerá a
pena!
E
eu
digo
isso
por
experiência
própria!
Ouça
seu
coração,
pois
ele
tem
muito
a
lhe
ensinar
a
seu
respeito!
Fique
em
paz
e
confiante
que
será guiado
pela
luz
divina
em
seus
passos!
Com muito carinho,
Vera Calvet
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