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A nossa criança e a cortina do passado

24/05/2018

Otto Lara Resende, jornalista e escritor, disse certa vez em uma de suas colunas:

“Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de fato, ninguém vê. E há pai que nunca viu o próprio filho, marido que nunca viu a própria mulher. Isso existe às pampas! Nossos olhos se gastam no dia-a-dia, opacos. É por aí que se instala no coração, o monstro da indiferença!”

 

Isso é tão verdadeiro! Creio que não abrirmos os olhos de nossa criança interior é sermos condenados por nossa maturidade!

Talvez não se possa acusar propriamente a maturidade pelos olhos opacos, pela perda da criança e do poeta. Mas o olhar sempre voltado ao passado sim, esse pode ser o grande responsável! Pois o passado pode se infiltrar no presente, trazendo uma cortina de velhos hábitos de percepção que roubam a luz do sol e impedem o ar da renovação entrar.

 

Ao mesmo tempo que nossas experiências de passado nos trazem conhecimento, podem também nos dar a impressão de que nada muda. De que, por exemplo, uma vez vista uma paisagem, será sempre a mesma a partir dali. Ou que as pessoas que conhecemos também serão sempre as mesmas. E com isso pensamos ter que conhecer outras paisagens e outras pessoas o tempo todo, tentando manter nosso olhar curioso e interessado. A vida começa a parecer uma corrida contra o tédio!

 

Mas a mesmice está apenas em nossos olhos voltados ao passado, pois cada minuto do presente é tão novo, mágico e belo! Tantas descobertas, mudanças e detalhes nunca percebidos em nós, nas pessoas e no mundo estão agora em nossa frente, no presente!

 

Como podemos enxergar essa explosão de vida e novidades quando tudo o que percebemos é a cortina do passado? Atrás da cortina tudo é velho, repetitivo, sempre o mesmo e tedioso dia! Nada muda e nosso espaço fica cada vez menor, sufocante e escuro! Qual a motivação possível para se iniciar um novo dia, se todos parecerão iguais? Na tentativa de dar algum movimento, tentamos provocar novos e emocionantes eventos, mesmo que negativos, para nos sentirmos vivos! Porém, a cortina faz com que os novos eventos passem a ser rapidamente, tediosos e velhos eventos.

 

Sim! Nada consegue chacoalhar e banir o monstro da indiferença caso não se recupere o olhar curioso da criança e a observação sensível de nosso poeta interior, no momento presente.

 

Viver nossa criança interior é despertar para a excepcionalidade de cada momento e ser feliz!

 

 

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